Como se sair bem em uma entrevista de emprego

A entrevista não precisa ser um momento tenso, pesado! Confira aqui algumas orientações sobre o que fazer e o que não fazer para ter mais chances de sucesso.

Muitos executivos me procuram dizendo que até são chamados para entrevistas, mas não são escolhidos para a vaga, que tinham todos os requisitos, mas não são aprovados.

Eu vejo a entrevista com uma negociação comercial: a empresa quer te ‘vender’ a oportunidade como a melhor que há no mercado. E você quer se vender para a empresa como o melhor candidato que há para eles!

Confira abaixo algumas orientações práticas sobre o que fazer e o que não fazer para aumentar suas chances de ser aprovado em uma entrevista de emprego.

O que Fazer

  • Se for online, deixe seu currículo aberto na tela, isso o ajudará a focar em suas experiências, lembrar datas e entregas bacanas;
  • Se organize: Confira o link antes, sua conexão com a internet, câmera, áudio, ambiente, etc. Já cheguei infelizmente a reprovar um candidato porque ele fez a entrevista – agendada previamente – no carro com outras pessoas rsrs
  • Comunique-se com clareza: Fale de forma objetiva pensando no tempo reservado para a entrevista. Foque nas suas experiências relacionadas à vaga.
  • Tenha postura profissional: Mantenha contato visual, demonstre atenção ao entrevistador, o chame pelo nome, faça desse momento uma conversa agradável entre dois profissionais.
  • Pesquise e sempre faça perguntas: Antes da entrevista, informe-se sobre a história e área de atuação da empresa. Isso demonstra interesse e preparo.
  • No fim das contas, pense que o entrevistador só quer saber se você tem o conhecimento que a empresa busca para a vaga.

O que Não Fazer

  • Nunca fale mal de antigos empregadores: Mesmo que tenha sido demitido injustamente, ou se teve um chefe terrível, resuma os acontecimentos de uma forma menos emocional.
  • Não minta: Seja honesto sobre suas experiências e habilidades. Mas cuidado com o ‘sincericídio’!
  • Se perceba: Gestos de desatenção, respostas vagas ou muito curtas podem prejudicar sua avaliação.
  • Salário e benefícios têm hora certa para perguntar. Se prepare estrategicamente para esse momento.

 

E você, como acha que pode melhorar sua comunicação e apresentação para ter mais chances de aprovação?!

DATA

26.11.2025

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Você já parou pra pensar como os bons profissionais se boicotam por causa dos ruins?

– “eu não fico divulgando muito o meu trabalho porque isso parece coisa de mercenário”
– “minha área é lotada de influencers que são um desserviço para meu trabalho”
– “quem muito se vende pouco entrega”

E, aos poucos, profissionais competentes começam a se esconder.

Enquanto isso, quem se expõe — bem ou mal — ocupa espaço, ganha visibilidade e cresce.

Eu mesma já pensei isso váriaaaas vezes, pensa, sou Coach! Mesmo sendo Psicóloga habilitada para psicoterapia, mesmo fazendo várias formações no Brasil e fora em coaching há mais de 10 anos, eu tenho sim um pé atrás com algumas técnicas e esse estilão Pablo Marçal que me arrepia até a 5ª geração hahaha

Mas o problema não está na exposição e sim na forma como nos posicionamos.

Se profissionais sérios se retraem por medo de serem confundidos com os ruins, o resultado é um mercado dominado exatamente por quem eles criticam!

Se posicionar não é sobre se vender e sim sobre assumir o seu lugar de forma genuína.

E quem não assume… acaba assistindo de fora.

Muita gente reclama que “não aparece oportunidade”, mas está fazendo networking errado!

Vejo profissionais com 500, 1.000, 3.000 conexões no LinkedIn… todas da mesma área.

Analista de Compras conectado com Analista de Compras Jr, Pl, Sr.
Gerente de Vendas conectado com trocentos Gerentes de Vendas, Gerentes Regionais, Diretores Comerciais, etc etc
Advogados conectados somente com Advogados.
E por aí vai.

Mas pouquíssimos RECRUTADORES na rede.

Networking não é só trocar ideia com quem faz o mesmo trabalho que você.

Networking também é se conectar com recruta. Sejam os RHs das empresas que você gostaria de trabalhar, sejam os headhunters.

Saia da sua bolha profissional e se apresente a quem inicia e desenvolve os processos seletivos, os Recrutadores!

Se você é um profissional júnior, pleno ou até Especialista, e sente que trabalha muito, entrega bem… mas sua carreira simplesmente não anda, presta atenção um minuto.

Existe uma armadilha silenciosa no meio da carreira que quase ninguém percebe.

Você faz tudo certo. Cumpre metas. Recebe elogios. Mas crescimento, reconhecimento e dinheiro não acompanham o seu esforço.

E o mais perigoso: você começa a depender exclusivamente de processos de RH, avaliações formais e boa vontade de gestores.

Eu sei como é, já passei por isso também. Dá raiva, angústia, sensação de fracasso.

Mas sabe de uma verdade indigesta? Carreira não evolui apenas por competência técnica ou tempo de empresa.

Ela evolui quando você entende estratégia, posicionamento, percepção de valor e tomada de decisão profissional.

Foi exatamente por isso que criei a Mentoria em Grupo.

Um ambiente estruturado para profissionais que já são bons — mas estão estagnados.

Trabalharemos de forma prática temas como:
– como se tornar profissionalmente visível
– como negociar crescimento e remuneração
– como sair de ciclos de estagnação
– como construir posicionamento interno forte

Essa mentoria é para você que:
✔ sente que poderia estar ganhando mais
✔ percebe que está subaproveitado
✔ não quer depender apenas de avaliações internas
✔ não sabe por onde começar a dar aquela virada na carreira

Esperar reconhecimento passivamente é uma das maiores fontes de frustração profissional…

Se isso faz sentido para você, me chame para falarmos mais.

Você não está falhando.
Você está esgotado.

Muitos profissionais que desejam crescer na carreira entram, sem perceber, em um acordo silencioso com o trabalho:
“Se eu aguentar mais um pouco, a promoção vem.”

E então passam a:

  • Aceitar cargas de trabalho excessivas

  • Normalizar desrespeito, pressão constante e falta de reconhecimento

  • Trabalhar no limite para provar valor

  • Engolir o desconforto para não parecer “fraco” ou “difícil”

O problema é que o corpo e a mente não negociam indefinidamente.

O burnout não surge por falta de competência.
Ele surge quando ambição, medo e ambientes adoecedores se encontram.

O paradoxo que quase ninguém fala:
📉 Quanto mais você se submete para ser promovido,
📉 menos clareza, energia e estratégia você tem para sustentar essa promoção quando ela chega.

Crescimento profissional saudável não exige autoabandono.
Exige:
✔️ Clareza de limites
✔️ Comunicação estratégica
✔️ Segurança emocional
✔️ Alinhamento entre carreira, valores e saúde mental

É exatamente nesse ponto que coaching de carreira e psicoterapia deixam de ser “luxo” e se tornam estratégia de alto desempenho sustentável.

Se você sente que:

  • Está sempre no limite

  • Tem medo de dizer não

  • Vive em alerta constante

  • Trabalha muito, mas nunca sente que é suficiente

Talvez o próximo passo da sua carreira não seja aguentar mais, mas se reorganizar por dentro para crescer por fora.

📩 Se quiser conversar sobre isso, me chame aqui.
Sua carreira pode evoluir sem adoecer você.